Não sei o que faz de mim parte de um outro, meu coração é como se fosse uma chama, e a chama como se fosse só uma vela, que o vento tem o poder de controlar.
Tenho inspirações absurdas, sonhos mundanos, desejos ardentes de querer extravasar em gritos, que me façam relaxar e esquecer que na ausência de mim, está o não ser.
Não sei o que faço aqui, sinto que vou me perder, chorar não é por fim, a dor que insiste em doer, talvez eu seja doentia e miserável, procurando na vida um porquê sofrer, mas basta que o outro não saiba, que eu quero apenas um bem querer.
Estou presa a um feitiço, que não me permite amadurecer, às vezes parece burrice, mas eu quero desvanecer, para por fim a existência medíocre que insiste em me empalidecer, perante aos olhos de todos que me vêem padecer.
Mas não serei assim tão miserável, deixarei que me cuspam na cara e me atirem uma pedra, para assim fazer-me santa, em um pecado tão puro, que me eleve aos céus.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
Todos os dias quando acordo, me pergunto qual o sentido de estar viva Todos os dias quando acordo, tento pensar coisas positivas Todos os d...
-
Dentro da minha lucidez incessante, pedaços de mundos se desvanecem sobre mim em segundos nada expressivos. O que esperar de mim? Sentimento...
-
Nossos sonhos se enlaçam em formas disformes, Em universos paralelos, dentro do reverso, dentro de um verso. Nossos olhos se miram Na direçã...